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Ferrari reclama de punição para Leclerc no GP do Japão: "Não ganhou nenhuma vantagem"

A Ferrari mais uma vez teve dificuldades para seguir o ritmo da Red Bull neste domingo (9) no GP do Japão. Max Verstappen venceu a corrida com tranquilidade, e Charles Leclerc até cruzou a linha de chegada em segundo, mas acabou sendo punido por cortar caminho na última chicane e perdeu o posto para Sergio Pérez, o que acabou garantindo o bicampeonato do holandês.


Uma semana após o mexicano vencer o GP de Singapura, Mattia Binotto, chefe da Ferrari, reclamou da diferença de tratamento da FIA para decidir as punições. Enquanto Leclerc foi punido minutos após o incidente, Pérez só foi ter confirmada a penalização de cinco segundos muito tempo depois da corrida, após ser ouvido pela direção de prova.


"Sete dias depois de Singapura, quando demoraram tantas voltas para decidir, e mesmo depois da corrida tivemos que ouvir os pilotos para tomarem uma decisão simples e direta, hoje eles a tomaram em poucos segundos. Estou surpreso que tivemos uma diferença de comportamento entre Singapura e aqui depois de apenas alguns dias", argumentou Binotto após o GP do Japão.


"É muito frustrante ver uma velocidade tão diferente nas decisões. Por que em algumas situações você não está ouvindo os pilotos como fez em Singapura? Ou vice-versa, sendo direto para as decisões que são óbvias. A penalidade de cinco segundos de Singapura deveria ter sido dada imediatamente, o que certamente nos daria a oportunidade de administrar a situação de maneira diferente e poderia ter sido uma vitória. Então é frustrante e estamos decepcionados com isso", reclamou Mattia.


Além da diferença de tratamento, Binotto também reclamou da decisão em si de punir Leclerc. Em sua visão, o piloto monegasco não ganhou uma vantagem suficiente para merecer a punição, já que estava na frente de Pérez e voltou com a mesma distância para o mexicano.


"Na nossa opinião, honestamente, ele não ganhou nenhuma vantagem. Ele estava à frente, ele ficou à frente. Ele tinha uma vantagem e manteve a mesma vantagem. É discutível, mas foi assim que eles decidiram e nós aceitamos", concluiu o dirigente italiano.


A Fórmula 1 retorna agora no dia 23 de outubro, para o GP dos Estados Unidos, em Austin, no Texas.



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