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Dívida pública cai mais de 3% em janeiro e atinge R$ 5,77 trilhões

O Tesouro Nacional divulgou uma nota nesta terça-feira, 28, e informou que a dívida pública do governo brasileiro – tanto no mercado nacional quando no exterior – diminuiu 3,07% em janeiro em comparação ao último mês. Com isso, o valor do montante dos débitos chegou a R$ 5,77 trilhões. Em relação à reserva de liquidez, houve uma redução de 18,92% após o saldo ir de R$ 1.175,80 bilhões em dezembro para R$ 953,39 bilhões em janeiro. O valor é o menor desde abril de 2021 e corresponde a 7,6 meses de vencimentos. Dos detentores da dívida pública, pouco mais de 27% pertencem a instituições financeiras, outros 24,4% são de fundos de investimentos e 23,6% são da previdência. Entre as partes que não possuem nem 10% estão: não residentes, com 9,8%; o próprio governo, com 4,3%; seguradoras, com 4,1%; e outras instituições com 6,5%. Segundo o Tesouro, investidores locais demonstraram maior aversão ao risco no primeiro mês do ano, num direcionamento de incerteza quanto ao futuro da economia brasileira. Dessa maneira, o cenário refletiu no aumento da curva de juros futuros, ou seja, num encarecimento do crédito. Em relação ao mercado externo, otimismo. Com o arrefecimento da inflação na Europa e nos Estados Unidos, houve a perspectiva de uma menor duração dos juros altos designados pelo banco central norte-americano (FED). Emitida pelo governo federal com o intuito de financiar o déficit orçamentário, a dívida pública serve para cobrir despesas que possam superar as arrecadações com impostos, contribuições e demais receitas governamentais. Além disso, o pagamento das dívidas públicas é tido como uma das principais referências das agências de risco para avaliação da capacidade de pagamento.

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