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Após oscilação da Bolsa pós-Copom, Haddad pede ‘cautela’ em análises da política econômica


O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu a jornalistas nesta sexta-feira, 4, que tivessem ‘cautela’ em suas análises após o Ibovespa fechar em queda de 0,23% na quinta-feira, 3. O índice teve uma repercussão abaixo do esperado após o Banco Central cortar a taxa de juros em 0,50 ponto percentual. O desempenho foi reflexo do mercado externo com corte da nota de crédito dos Estados Unidos pelo Fitch Ratings e de dados ruins da economia chinesa. Haddad citou uma “pequena turbulência” causada pela colocação de volume expressivo de títulos norte-americanos no longo prazo. “Na minha opinião, isso foi indevidamente atribuída à decisão correta que o Banco Central tomou de cortar a taxa de juros, que é a mais alta do mundo e continua sendo. Vamos ter um pouco de cautela nas análises, porque hoje o dólar que subiu 2%, já caiu 1%. Às vezes, a gente se deixa levar por um dia de turbulência”, observou.


O economista afirmou que um dos compromissos do governo é não se deixar levar pela volatilidade de curto prazo do mercado, citando a precificação dos combustíveis pela Petrobras. “A gente precisa ter um pouco de cautela porque às vezes passa para a opinião pública uma turbulência que é externa, e que vai se acomodar, como se fosse uma coisa estrutural que está sendo acompanhada pelo governo federal e pela área econômica diariamente”, completou. Ele pediu que os jornalistas prevejam as consequências das turbulências externas na política econômica. O ministro também voltou a elogiar a decisão do Banco Central de baixar a Selic.

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